Eu decaí, eu persisti tentei por todos os meios ser forte. Lutei contra o tempo, chorei em silêncio gritei seu nome ao vento. Sou filho da gota fui templo de miséria meu pai, um perdído minha mãe, a megera. Cresci vendo prantos, dormi em meio à mata chorei gotas sangüíneas sou o pecado, sou a traça. Eu ouvi um grito de desespero, vi a lenta corrupção, vi o olhar do corruptor, vi uma vida na destruição eu vi o assassinato do amor. Tentei, venci, a vitória conquistei porém um dia faleci. Hoje estou em sua lembrança eu sou sua alma oculta e serei sua esperança.
Anderson Herzer

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